Em poucas coisas acredito.
As mais relevantes da minha vida:
amor, poesia, morte, dor
O amor equilibra o mundo
A poesia é tudo. Tudo.
A morte intriga a mente, alivia a alma e remexe o coração.
A dor é a prova da nossa existência e fraqueza.
Amar aquece o corpo, põe sentido em coisas pequenas.
Ler o mundo gera sabedoria. Sábios são os que sacam a essência das coisas.
Morrer de rir é ótimo. Matar a fome é um orgasmo.
Levar um baque, sofrer um acidente. Coisas que botam agente em outro caminho.
mais coisas depois
sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
pequena foto da rua
São Paulo, Praça Roosevelt, algum dia de março de 2008
De um lado, rapazinhos rindo das figurinhas compradas, mascando uma exagerada quantidade de chicletes e balas, do outro lado, uma criança. Brincando com cola. Tirando pelinha da mão? Não, não... Era um saco inflado sem parar pra matar a fome, pra construir algo, um brinquedo talvez. Sua boca não sabia mais sorrir.
Era uma criança! Escura de pele, de alma e de sujeira. Em farrapos.
Cambaleando pra lá e pra cá avista algo: restos da feira, legumes cozidos de sol e frutas amassadas que um cãozinho simpático fareja.
Sentado no chão, o menino pede certa licença ao cão.
Os dois, contemplam o banquete descoberto, comem com vontades iguais.
Saboream sem reclame as frutas que o MEU cachorrinho...jamais comeria
A fábrica gelada
VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI
ATLOOOOOOOOOOOOOOOOOV
VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI
ATLOOOOOOOOOOOOOOOOOV
VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI
ATLOOOOOOOOOOOOOOOOOV
a noite inteira sem parar
malha, malha, malha, malha
a noite inteira sem parar
Frio?
noite inteira sem parar
Calor?
Para, se para.
Morte na Boate
Faleceu de dor
Doeu de amor
Pela carne pagou
Pelo corpo clamou
Uma esquina, calor
Sob a calça. Horror!
Andou, andou
Olhou, olhou
Curado o desejo
Infringiu o beijo
Era só ir embora
Deixo, deixo
Saudade deixo
E agora? E agora?
quinta-feira, 28 de maio de 2009
ai ai ai ai ai ai
ai ai ai ai ai ai
uuuuuuuuuu
doía, se doía, aquele ferimento
ruminante que adornava meu braço
tava dilacerado porra (não tava assim também mas...)
tava fodido
juro que acreditei que a mimosa não ia ligar
(sabe, sou paulista, final de ano, festa da parentada na roça)
foram uns dez litro de leito BEM tirados delicadamente,
1 boi (maridão da mimosa desorientada) que matei a Terríveis machadadas
a, tava me esquecendo, brincamos um bucado de rodeio no bezerroso
(cria da tetuda)
tudo bem...ultrapassei a cota da maldade, mas uma mordida daquelas...
nem eu mereço
I
quase que vivo
quase
vivo de medo
preso nessa construção
O sabor é amargo
doce quando sonho
em andar nú
e cochilar numa árvore
mas preso estou
assinarei diplomas
acumularei salários
e filhos
morrerei
ainda com o amargo na língua
De não ter fugido
não ter andado na entrelinha
não ter borrado o papel
daqui pra frente
tirarei dias inteiros
pra comer doces
da minha Ilusão
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