Entre o corredores e dezenas de portas
vagam dores que alguém suporta
deixando um rastro, o dolorido eco
que transporta tristezas a alguém que espera
em alguma possível cadeira gelada de recepção,
detalhes otimistas de seu querido enfermo,
que revigora ou se decompõe no leito
observando a brancura e paciência das paredes.
mais iluminados, mais pacientes
são eles, engenheiros da vida
mecânicos da anatomia humana
dispostos a cumpriro dever que os chama
Os corações, dos anjos brancos ,
repletos de boas e más notícias
batem no ritmo frenético do seu dever:
prolongar a vida e atenuar a dor daqueles
corpos que as vezes sofrem.
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